José Manuel Diogo na FLIPELÔ

O escritor participa de quatro mesas da 10.ª FLIPELÔ, em Salvador, dedicadas à história, aos arquivos e à poesia em língua portuguesa.

José Manuel Diogo, fundador da Associação Portugal Brasil 200 anos, integra a programação da 10.ª edição da FLIPELÔ, promovida pela Fundação Casa de Jorge Amado, com quatro participações entre os dias 6 e 9 de agosto, em Salvador.

A primeira acontece na quinta-feira, 6 de agosto, às 18h, no Museu Eugênio Teixeira Leal. Na mesa “História, Poder e Narrativas: os Segredos dos Arquivos e as Vozes de Canudos”, José Manuel Diogo conversa com o escritor baiano Aleilton Fonseca, sob mediação de Rita Santos. O encontro discutirá como documentos, silêncios e disputas de memória influenciam a construção das narrativas históricas, tomando Canudos como território central de reflexão.

Na sexta-feira, 7 de agosto, às 16h, o escritor participa do “Terreiro de Poesia”, no Café Teatro Zélia Gattai, ao lado de Layse de Araújo e Val Mello. A mediação será de José Inácio Vieira de Melo. A mesa aproxima diferentes gerações, territórios e experiências poéticas.

No sábado, 8 de agosto, às 18h30, José Manuel Diogo regressa ao Museu Eugênio Teixeira Leal para a conversa “Um Parêntesis Para Sempre — Poesia Que Se Estende Ao Infinito”. Participam também Jessi Fuller Fields, José Inácio Vieira de Melo e Salgado Maranhão, com mediação de Chico de Assis.

A última participação acontece no domingo, 9 de agosto, às 16h, no mesmo museu. A mesa “A Língua em Travessia: Angola, Portugal e Brasil” reúne José Manuel Diogo e o escritor angolano João Melo, com mediação de Salgado Maranhão. O debate deverá explorar a circulação da língua portuguesa entre continentes, marcada por encontros, diferenças e permanentes reinvenções.

As quatro atividades são gratuitas e contam com acessibilidade em Libras

A presença de José Manuel Diogo na FLIPELÔ prolonga o trabalho da Associação Portugal Brasil 200 anos na criação de pontes entre autores, memórias e culturas. Em Salvador, cidade profundamente ligada à formação histórica do mundo lusófono, literatura e poesia voltam a mostrar que a língua portuguesa não é apenas uma herança comum: é também um território vivo de confronto, diversidade e invenção.

Próximo
Próximo

A IA escapou ao criador? Ainda não, apenas continua nos imitando